Preservar o local em que vivemos é um dever de todos! Temos que refletir sobre o que foi feito de ruim com o planeta para adotarmos medidas mais conscientes já e, assim, planejar um futuro mais positivo.

Reginaldo é coautor da Lei 16.817/2018 que adota a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) como diretriz para políticas públicas e autoriza a criação da Comissão Municipal para o Desenvolvimento Sustentável. O intuito é colaborar com a execução dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que devem ser implementados pelos países até o ano de 2030, como segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, redução das desigualdades, crescimento econômico inclusivo, padrões de produção e consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, entre outros. Em 2017, foi eleito presidente da Comissão Extraordinária do Meio Ambiente para avançar nas questões de preservação de mananciais, contenção de desmatamento e incentivo ao reflorestamento.

Como cidadão e legislador, Reginaldo incentiva a campanha “Segunda Sem Carne”. Existente em 35 países e apoiada por vários líderes internacionais, a ideia é manter um cardápio sem alimentos de origem animal um único dia na semana, preferencialmente às segundas-feiras. Aqui em São Paulo, a campanha foi lançada em 2009 numa parceria entre a Sociedade Vegetariana Brasileira e a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. 

A pecuária é uma das atividades humanas mais impactantes para o meio ambiente. Ele decidiu abolir a carne da sua rotina alimentar após assistir ao filme Okja, dirigido pelo coreano Bong Joon-ho, que traz uma análise profunda do mundo coorporativo e a conduta da indústria alimentícia. Os animais são tratados como mercadoria e, muitas vezes, abatidos de forma cruel e precária. As áreas de pastagem no Brasil são responsáveis por 65% do desmatamento e 69% da emissão de gases de efeito estufa. 

Melhorar o ar que respiramos é básico e prioritário, daí a urgência da troca de combustível fóssil por energia limpa na frota de ônibus urbano do município. Conforme Lei aprovada, a meta é de 50% na redução das emissões de dióxido de carbono em 10 anos e 100% em 20 anos. Reginaldo Tripoli defendeu a inclusão de medidas punitivas severas para o não cumprimento desse cronograma pelas empresas de transporte. O assunto foi trazido à tona e levado por ele para debate na Comissão do Meio Ambiente e também em Audiência Pública. Mais de 4 mil pessoas morrem na cidade de São Paulo, todos os anos, em decorrência aos danos causados pela poluição do ar.

Em 2018, o vereador se torna integrante da Comissão Permanente de Trânsito, Transporte, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia. Entre os desafios e discussões, tem como função fiscalizar o processo de licitação do transporte público na capital paulista, ampliar o debate sobre o valor do subsídio, que é a verba pública de custeio do sistema, e incentivar ações para melhorar a qualidade de vida do paulistano.