Quando Reginaldo começou a gostar de animais?  A resposta é instintiva: “ Nasci assim!”. Ampliar as conquistas para a proteção animal é algo que o move. 

Em 2017, apresentou à Câmara Municipal de São Paulo dois Projetos de Lei para melhorar as políticas públicas na defesa animal. O PL 449/2017 torna a microchipagem em cães e gatos obrigatória com o objetivo de facilitar o resgate de animais perdidos e prevenir o abandono. O PL 550/2017 amplia os espaços para eventos de adoção em praças e logradouros públicos. 

É preciso ficar claro que essas feiras de adoção vão ter as mesmas regras já definidas em Lei para garantir conforto, saúde e bem-estar aos animais em exposição. O objetivo é aumentar a chance de conseguir um lar para milhares de cães e gatos que se encontram abandonados na cidade de São Paulo. Tanto o projeto de adoção quanto o de microchipagem, fazem parte da conscientização para a guarda responsável. O chip, por exemplo, fornece um número que fica vinculado ao RGA (Registro Geral Animal) que já é obrigatório conforme Lei 14.483/2007, do irmão Roberto Tripoli. Essas informações sobre o responsável pelo animal são armazenadas num banco de dados controlado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), ou seja, ninguém além do órgão da prefeitura tem acesso.

É coautor no PL 097/2017 que proíbe o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com efeito sonoro ruidoso. Em época de festas, há um aumento expressivo de cães e gatos que fogem, são atropelados, apresentam ferimentos e até morrem assustados ou tentando se esconder do barulho provocado. Idosos, crianças, pessoas com deficiência e autistas também sofrem com o problema.