DEPOIS DOS CANUDOS, SÃO PAULO QUER AMPLIAR RESTRIÇÃO AO USO DE PLÁSTICOS

Cidade assina acordo internacional para diminuir descartáveis e prefeito Bruno Covas deve sancionar lei que proíbe os canudinhos. Na Câmara Municipal, outro projeto já está em tramitação e quer proibir copos, pratos e talheres de plástico

O texto, aprovado na Câmara Municipal paulistana em abril, proíbe a distribuição da canudos plásticos em restaurantes, bares, hotéis e salões de eventos, estabelecendo que eles podem ser trocados por outros materiais descartáveis, como papel reciclável e material biodegradável.  

Covas já sinalizou apoio à medida, mas ainda precisa sancionar o texto e regulamentá-lo. O prefeito precisa decidir, por exemplo, quem fará a fiscalização e aplicará as multas, que variam de R$ 1 mil a R$ 8 mil.  

Paralelamente, tramita na Câmara um outro projeto do vereador Xexéu Trípoli (que também apresentou o texto dos canudos), ampliando as restrições. O PL 99/2019 proíbe “o fornecimento de copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões de plásticos descartáveis” nos mesmos lugares em que a distribuição de canudos foi banida, com as mesmas penalidades.

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA EM ESTADÃO (MAIO/2019)

https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,depois-dos-canudos-sao-paulo-quer-ampliar-restricao-ao-uso-de-plasticos,70002844635

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